MATÉRIAS/REVIEWS
 
  
 
06/06/2005
ENTREVISTA: IVAN REIS
 
 
Rann/Thanagar War #1
 
 
Rann/Thanagar War #2
 
 
Superman #6 pela Panini - capa exclusiva
 
 
Superman: The Wrath of Gog
 
 
Rann/Thanagar War #3
 
 
Rann/Thanagar War #4
 
 
Página de Lady Death #1, pela Crossgen
 
 
Xena #3 - arte interna de Reis e Deodato
 



Ivan Reis, natural de São Bernardo do Campo (SP), conquistou o mundo. Ele nos abriu espaço para uma entrevista, mas estava correndo porque precisava continuar desenhando a minissérie Rann/Thanagar War, mais um de seus projetos na DC Comics, onde tem contrato exclusivo.

Começou sua carreira com 14 anos, desenhando Histórias Reais de Drácula. Ivan sabe que não dá para comparar seu trabalho daquela época com o que faz hoje. “Guardo um carinho pelo trabalho, mas a evolução foi gritante”, diz. Ivan brincou que o arte-finalista mudou muito aquele trabalho, e que ele era “pior do que foi publicado”.

Reis conta que sonhava em ser desenhista desde pequeno, e que o primeiro contato foi com Conan, com desenhos de John Buscema. É muito auto-crítico, mas afirma que isso é uma coisa de nerd, querer sempre fazer o melhor.

Sua família foi quem primeiro lhe apoiou a ser desenhista. Ele até tentou fazer desenho mecânico, mas não quis continuar depois do primeiro ano.

Entrou na Art Comics, onde ficou um ano só treinando e fazendo testes. O contato com outros artistas brasileiros o ajudou a aperfeiçoar seu estilo. Fugiu da Image na época da moda, e entrou no mercado pela Dark Horse na revista Ghost, onde achou que ficaria por quatro edições. Seu trabalho foi tão bem aceito que ficou por mais ou menos um ano e meio. Depois foi para Lady Death, onde ficou por uns 4 anos. “Fiquei quatro anos na Chaos!, e o Brian Pulido me dava muita liberdade lá”.

Ivan disse que a DC não é rígida quanto a seu trabalho, disse que uma das poucas exigências que eles fazem é desenhar o “pega-rapaz” do Superman. Também disse que para desenhar Rann/Thanagar War mandou um e-mail para Pascual Ferry: “Ele é um dos caras que tem maior senso de design futurista”.

Ele já sabe o que vai acontecer depois de Infinite Crisis, mas não sabe o que vai acontecer no evento e nem na sua participação nos Titãs. Disse que vai haver uma reformulação depois do evento e não durante. Em entrevista ao HQM, ele afirma: “O que vem depois da Crise é bacana. Eles são corajosos”.

Antes de começar a ler a entrevista com o talentoso e simpático Ivan Reis, o HQM avisa: por se tratar de uma entrevista com um artista atualmente trabalhando em diversos projetos importantes nos EUA, alguns spoilers não puderam ser evitados.


HQM: Você conheceu toda a equipe do Countdown? Conversou com eles?
IVAN REIS:
Não cheguei a conversar com eles, até porque meu inglês é muito ruim.

HQM: Mas com Dave Gibbons (roteirista da mini Rann/Thanagar War) você conversa?
REIS: Nem com o Gibbons. Os editores que me mandam os textos. Eu falava direto com o (Chuck) Austen (roteirista de Action Comics na fase de Reis), ele é super boa gente. Acho até que é injustamente criticado. As idéias que ele tinha para o futuro eram muito boas.

HQM: E ele foi “tirado” da DC não é? Da Marvel sabemos que ele pediu demissão.
REIS:
Olha, não sei das informações dos bastidores. Ele era divertido, engraçado. Por isso que existem três títulos do Superman. Se você quer um mais sério existe um, se você quer uma coisa mais estética você tem outro e se você quer um pra rir e distrair tem outro.

HQM: Action Comics foi um trabalho mais leve de fazer?
REIS:
Sim, foi muito divertido, ele (Austen) dá muito espaço para criação. Ficava menos compromissado.

HQM: Como é trabalhar em uma das quatro minisséries que fazem parte do evento mais importante do ano até o presente momento?
REIS:
Ainda não dá para saber, é uma pressão que não dá tempo nem para parar para pensar. Você trabalha com prazo, qualidade, você acaba se cobrando. É muito importante, e eu estou trabalhando com o Gibbons. É o Gibbons! E o pior é que ele também é desenhista, tudo que ele coloca nos roteiros ele sabe que dá para desenhar. Não dá para enganar.

HQM: E você está gostando da história?
REIS: Ele escreve muito bem, estou curtindo bastante. Eu curto tudo, tenho muito tesão em desenhar. Não me estresso com nada, nem se tiver um furo de roteiro, eu gosto de produzir.

HQM: Mais Lanternas vão aparecer ou vai ficar só no Kyle?
REIS: Na capa da edição quatro o Kilowog aparece, só que até onde eu fiz não fala nada.

HQM: E a Estelar? Ela vai aparecer ou só os Tamarianos?
REIS:
Até onde eu fiz ela não apareceu, não sei. Mas vai aparecer a irmã dela, ela volta já na edição dois. É porque ela faz parte do Universo DC de heróis e não na parte cósmica da editora. Volta também o Capitão Cometa, já aparece na capa da edição quatro, mas ele volta reformulado.

HQM: Adam Strange é mesmo o ponto principal da trama?
REIS:
Ele e o Gavião Negro. Eles continuam se ajudando.

HQM: E a Shiera (Mulher-Gavião)? Ela vai ajudar ou vai dar algum tipo de surto e se voltar contra?
REIS:
Ela aparece já na primeira edição, capturada. Na edição dois ela volta a aparecer, mas você vai ter que ler.

HQM: Você fez as seis capas?
REIS:
Não, fiz só até a quinta edição. As capas normalmente são feitas antes para serem inclusas nas solicitações. Quando eu fiz a capa de Rann/Thanagar #4 o Capitão Cometa está clássico. Dentro da revista ele vai estar ao meu gosto, com um upgrade.

HQM: Como você está se sentindo com a revista sempre esgotando. Você preparou capas alternativas?
REIS:
Até agora não fiz capas alternativas. Acho que é porque estou muito atrasado.

HQM: Gostou da capa do Countdown feita pelo Jim Lee com o Alex Ross?
REIS:
Gostei. Gosto do desenho do Jim Lee mesmo não seguindo o estilo, e gosto da pintura do Ross. Talvez a capa passou uma idéia diferente do que era a história, mais foi proposital, uma jogada de marketing.

HQM: E como foi saber da morte do Besouro Azul?
REIS: Eu não sabia, mas tendo em vista que a história era focada nele, percebemos. Nós sabíamos pela história, pelos trechos.

HQM: Te passaram alguma instrução? Porque você desenhou a Mulher-Maravilha enxergando e na revista dela ela está cega.
REIS:
Isso eu estranhei. De repente, não sei, ela já voltou ao normal.

HQM: É porque nas capas do tie-in de Omac Project ela também aparece cega, mas nos interiores de Omac e mesmo do Countdown ela já está enxergando.
REIS:
Eu realmente não sei, não me deram instrução nenhuma. Falaram pra desenhá-la e eu desenhei a imagem clássica.

HQM: Você gosta dos desenhos que fazem da Mulher-Maravilha com os cabelos lisos?
REIS:
Eu gosto mais dela com cabelos ondulados. (Nesta hora, a esposa de Reis complementa: “Mas, hoje em dia, que mulher não faz chapinha?”) Dá mais trabalho pra fazer. Tem um desenho de Action Comics em que ela está defendendo uns tiros, com os cabelos bem grandes, esvoaçantes. O Marcelo (Campos, arte-finalista) mandou um e-mail dizendo “Pô, por que vocês não fazem a Mulher-Maravilha careca?”. (risos)

HQM: Os Titãs terão um papel importante na Crise?
REIS:
Não sei. Eu sei o resumão, mas não sei o que vai acontecer. Não estou pensando muito em Titãs, ainda estou muito ocupado com Rann/Thanagar. Mas a pressão é menor do que em Superman. Aquele símbolo, por pior que a revista vendesse, é um dos maiores símbolos do mundo. Esse e o do Batman.

HQM: Qual a sua relação com os outros artistas brasileiros?
REIS:
Tenho mais contato com o Joe Prado, que é meu agente, e com o Marc, meu arte-finalista. Acho o desenho de todos fantástico. Benes, Bené. E tem a molecada nova, como o Greg (Tocchini).

HQM: Por que você acha que não há nenhum roteirista brasileiro no mercado? Rola um monopólio?
REIS:
É complicado pegar alguém que mora no Brasil e escrever sobre a cultura americana. São outras piadas, outros costumes. Mas não há discriminação.

HQM: Você se sente um dos “tops” da DC?
REIS: Não sei se eu sou “top”, não fico me concentrando nisso. Quero ser um bom artista, se eu me tornar um “top” ou ser um “top”, não é isso que eu almejo, eu quero sempre ter alguém para me espelhar e poder alcançar.

HQM: O que Geoff Johns está preparando para sua estréia nos Titãs?
REIS:
Não sei, ainda não sei.

HQM: Quais são suas influências atuais? Tanto para Superman, Titãs e a mini Rann/Thanagar War?
REIS:
Hoje em dia eu não tenho muitas influências. Gosto de todos os artistas, todos têm algo a ensinar, mas vejo muito o Alan Davis, o Pascual Ferry, Brian Hitch, John Buscema.

HQM: Mike McKone redefiniu os Titãs. Você acha que vai conseguir agradar os fãs? Vai seguir a mesma linha?
REIS: Já seguimos uma linha meio parecida, mas eu vou dar uma limpada no meu traço, vou dar um “up” nele. Não vou fazer a mesma coisa que fiz em Rann/Thanagar.

HQM: Você foi convidado pro título por ter um estilo parecido com o do McKone?
REIS: Não sei, fui a convite do Geoff (Johns). Nós já tínhamos trabalhado juntos antes, na minissérie do Visão. Acho que ele curtiu meu trabalho. Eu tive a oportunidade de voltar para Action Comics, mas decidi aceitar o convite do Geoff.

HQM: Qual seu personagem favorito? E qual você tem mais prazer em desenhar?
REIS: Sou fã do Conan, Superman e Batman. Tenho prazer em desenhar todos, até se fosse o Capitão Abobrinha. Eu gostava quando estava na Chaos! porque eu diversificava a minha linha de trabalho. Desenhei de Lady Death ao Smiley (o Bottom Assassino).

HQM: Você gostou das voltas de Hal Jordan e Jason Todd (como Capuz Vermelho)?
REIS: Achei legal, normal. O bom é que ele voltou mas nada se perdeu. Eu cresci com o Hal, mas gosto muito do Kyle. A idéia dele é fantástica, um desenhista de quadrinhos. O Hal aborda o lado heróico do Lanterna enquanto o Kyle aborda o lado divertido de ser o Lanterna. Quanto ao Jason, quem acreditou que ele ia ficar morto? Eles sempre voltam. Nos quadrinhos nada é eterno, todo mundo volta.

HQM: Brian Bendis ou Geoff Johns?
REIS:
Eu prefiro o Johns. Gostaria de trabalhar com o Bendis por experiência. Mas eu não dou muita importância para o roteirista que eu estou trabalhando, mesmo achando que um roteirista pode casar com um desenhista, e eu sei que com o Johns eu consigo isso, o roteiro dele me dá muita liberdade para desenvolver. Mas com o Bendis ia ser legal, é sempre bom experimentar coisas novas. Ficou meio viado isso, né? (risos)

HQM: Você compra quadrinhos no Brasil ou a DC te manda?
REIS:
A DC me manda tudo, uma caixa todo mês. Me deixa louco, mas eu só leio o que eu estou envolvido, não dá pra ler tudo.

HQM: Trocas de equipe são normais. Quando você entrou na Action te falaram quanto tempo você ia ficar?
REIS:
Nunca me falaram quanto tempo eu ia ficar. Eu sabia que eu ia ficar por dois anos na editora, que é meu contrato. Eu pensei que ia ficar na Action porque o plano do Austen era uma história para dois anos. Acho que nisso ele pecou. Se ele tivesse planejado para um ano e esperasse a reação do público talvez desse mais certo. O povo não teve paciência para esperar. Mas eu fiz várias coisas também. O especial dos Titãs com os Renegados, Titãs e Legião, Titãs 1/2, Countdown, Rann/Thanagar. Eu que não consegui parar pra ficar na Action. É um bom sinal, mostra que querem meu trabalho. Se o McKone tivesse continuado nos Titãs talvez eu voltasse pra Action. Mas eu nem pensei duas vezes, hoje Titãs é a melhor revista da DC. E ninguém me fala quanto tempo eu vou ficar na revista. Me dá muita segurança e é melhor para mostrar seu trabalho.

HQM: Como você vê o mercado de quadrinhos no Brasil?
REIS:
Acho que nerd é nerd em qualquer lugar do mundo, parece que todo mundo fala a mesma língua. Nós somos uma raça única. Enquanto todo mundo quer unir os povos nós já estamos unidos. Não importa de onde você vem, a paixão pela coisa é igual. E eles se tratam igual. O cara não gosta só do seu trabalho, ele quer te conhecer, saber quem é você. Em termos de venda é claro que nos EUA o mercado é melhor. Quanto a paixão o brasileiro não deixa a desejar. Nós também vamos ao cinema vestidos de Darth Vader, só não assaltamos ninguém! (risos)

HQM: Você tem algum projeto em andamento aqui no Brasil?
REIS:
Minha exclusividade me fecha. E também é difícil alguém investir aqui. É difícil colocar um personagem novo nas bancas. A concorrência é enorme entre o “Homem Abobrinha” e os desenhos da Liga da Justiça, as camisetas do Superman, o desenho dos Titãs, os brinquedos do Homem-Aranha.

HQM: Tem algum trabalho que você considera seu melhor?
REIS:
Não consigo imaginar meu melhor trabalho, prefiro lutar pra ter meu melhor trabalho.

HQM: Rann/Thanagar War apresentou alguma dificuldade pela enorme quantidade de raças alienígenas diferentes?
REIS:
Estou com muita dificuldade na questão do design futurista. É a minha primeira história de ficção científica. E a quantidade de elementos também é muito complexa. É muita nave, muito soldado. Difícil de fazer devido a quantidade de alienígenas, de tecnologias diferentes.

HQM: Tem algum personagem que você sonha desenhar?
REIS:
Um dos meus sonhos de criança eu já realizei, desenhar o Superman. Ainda tem o Batman e o Conan, uma coisa de criancinha. Queria desenhar o Conan em preto e branco, clássico, não esse colorido.

HQM: E qual sua relação com o Marcelo Campos?
REIS:
Ele é meu arte-finalista desde a Lady Death, uns 3 anos. Um casamento artístico, só nossas esposas que reclamam. (risos) Eu me sinto muito a vontade com o trabalho dele, sei da qualidade do trabalho dele. Infelizmente perde-se muito na publicação. Quem vê um original do Campos sabe que ele é, de longe, um dos melhores arte-finalistas do mercado.

HQM: Tem vontade de fazer um trabalho com fotografia, como o do Alex Maleev ou do David Mack?
REIS:
Nunca tive vontade, eu gosto de fazer quadrinhos com cara de desenho. Sempre quis fazer quadrinhos com cara de quadrinhos.

HQM: Você tem algum compromisso com a DC? No contrato tem cláusulas dizendo que você tem que fazer alguma coisa?
REIS:
Tenho exclusividade por dois anos. Rescinde o ano que vem, e gostaria de negociar um próximo. O que estiver pintando eu topo. Mas a preferência é do (Eddie) Berganza (o editor de Reis), só não é assim se o (Dan) DiDio (editor-chefe da DC) decidir.

HQM: A Marvel também está negociando com você?
REIS:
Não, ainda tenho muito tempo com a DC e prefiro esperar a DC se pronunciar.

HQM: Mas você tem vontade de ir pra Marvel?
REIS:
Não, nossa, tem muita coisa ainda pra fazer na DC.

HQM: E se você estivesse na Marvel e deixassem você escolher um título para fazer, qual seria?
REIS:
Nossa, agora você me pegou... Na Marvel eu sempre quis fazer o título do Wolverine. Não dos X-Men, o solo.

HQM: Gostou da reformulação dos Vingadores e dos X-Men?
REIS:
Algumas coisas me incomodam, outras não. É tudo uma grande jogada de marketing. Logo logo, fica tudo como era antes.

HQM: Você acha que a Marvel abusa mais do leitor do que o da DC?
REIS: Eu acho que são projetos e públicos diferentes. Os fãs da DC são muito mais fiéis. A diferença é que a Marvel tem acionistas, tem que mostrar trabalho, dar uma resposta. A DC tem muito mais estabilidade. Não sei como vai funcionar agora com isso de filmes. Capaz da Marvel ficar com algum grande estúdio bancando ela por trás.

HQM: E quando você não está desenhando, está fazendo o que?
REIS: Desenhando! (risos) De vez em quando eu namoro. Graças a Deus minha esposa gosta do meu trabalho. Normalmente nós passamos as tardes juntos, eu gosto de trabalhar a tarde. E ela dorme tarde, ficamos até as três da manhã conversando comigo desenhando.

HQM: E ela te dá sugestões?
REIS: Dá, ela dá vários pitacos. Principalmente quando é pra desenhar mulher, ela dá dicas de moda. Lois Lane, Lana Lang...

HQM: E agora, vou fazer um jabazinho...
REIS:
Manda ver...

HQM: Um dos que trabalham conosco é um grande fã de Titãs, e tem praticamente tudo que saiu aqui e tudo que saiu lá. Você não poderia fazer alguma homenagem ao HQM em Titãs? Assim eu mostro para os meus filhos com o maior orgulho.
REIS:
Claro, se surgir oportunidade eu ponho lá.

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Ghost #17 - arte interna de Ivan Reis
The Mask: Virtual Surreality
 
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